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Com a reestruturação das freguesias forçada pela interversão da Comunidade Europeia no resgate a Portugal, a Freguesia de Zedes está neste momento numa fase bastante complicada da sua existência. Qual será o seu futuro?
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Encontro 2008
Escrito por Aníbal Gonçalves   
Segunda, 18 Agosto 2008 00:00

Pelo terceiro ano consecutivo, juntou-se um grupo de pessoas, para um alegre jantar, no dia 11 de Agosto. A ideia de fazermos um convívio entre as pessoas que visitam e participam na página de Zedes na Internet, foi o ponto de partida, mas a página é apenas um acessório, o que une as pessoas é a aldeia e a vontade de conviver.

 

(Clicar nas fotografias para as ampliar)


Mais uma vez a organização esteve a cargo do Joaquim Moreira e do José Félix. Durante os dias da festa, 8, 9 e 10, fomo-nos incentivando mutuamente e recordando os mais esquecidos. Julgamos que este são convívio não se deve perder.

Pelas dezanove horas começaram a juntar-se as pessoas na Portela. A expectativa é de que o grupo cresça de ano para ano, não olhando a idades, proveniência, ou qualquer outra barreira.

Desta vez o restaurante contactado foi O Vinhateiro.

A fila de carros faz lembrar um casamento, mas daqueles bem internacionais com matrículas portuguesas, francesas, luxemburguesas, alemãs e andorranas. Em anos anteriores já houve “representantes” do Canadá e da Suiça!

Fizemos uma curta paragem junto ao Mercado Municipal, em Carrazeda, para tirarmos uma fotografia do grupo e para gastarmos um pouco de tempo. Estava previsto chegarmos ao restaurante às vinte horas. O grupo ainda não estava completo, mas, mesmo assim, não foi fácil fazer caber toda a gente na mesma fotografia.

Chegados ao restaurante, foi necessário acrescentar mais alguns lugares. Entre adultos e crianças, juntaram-se 38 pessoas.

O primeiro prato foi de bacalhau regado com um vinho branco, fresquinho! Seguiu-se como segundo prato, lombinhos com cogumelos, assados no forno, com batata frita e arroz. Depois da barriguinha satisfeita, soltaram-se as palavras para algumas anedotas (nem todas aconselhadas a menores). Os mais pequenos foram jogar matraquilhos o que facultou a possibilidade de alguns contadores de anedotas poderem usar todo o seu reportório. Fizeram-se brindes, brincadeiras, conversou-se sobre tudo e mais alguma coisa. Estes momentos de reencontro são mais saborosos do que a melhor ementa!

Aproveitámos para distribuir postais a todos os presentes, inclusive aos clientes que se encontravam no restaurante, que nos olhavam, inquiridores, tal era a nossa boa disposição.

Este ano não houve lugar para um regresso ao passado em forma de canção, mas a nostalgia estava lá, a distância não apaga certos laços que nos unem, antes mesmo dos primeiros dias na escola.

Já passava das onze da noite quando abandonámos o restaurante. Entretanto, tinha começado a chover, fazia mais de uma hora.

Chegados à Portela, em Zedes, ainda havia um grupo de pessoas a fazer o balanço e o encerramento da festa. Juntámo-nos num brinde, com um tratado de Ribalonga que nos aqueceu o coração. O calor era tanto que nem a chuva miudinha impediu os mais afoitos de saltarem para o ringue, formarem uma roda, dançando animadamente.

As últimas fotografias já me saíram difusas. A chuva que teimava em não parar; a noite, escura, que tinha entrado já no dia seguinte, os efeitos secundários dos licores do reino de Baco regados com umas tantas emoções, toldaram-me a vista, fizeram-me falhar os disparos.

O balanço é francamente positivo. Se a refeição foi boa, a companhia foi de eleição. Os repetentes dos encontros anteriores também reconheceram, que, este ano, a boa disposição foi o melhor prato.

Uma palavra amiga lembrando aqueles que gostavam de nos ter feito companhia mas não puderam.

 
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O que pensa de Zedes nos meses de Verão?
 
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